RG CRÍTICA #42: A EXCITANTE VOLTA DE 'AMOR E SEXO'

Fernanda Lima e companhia estrearam nova temporada em novo dia e horário na Globo. O resultado foi bom para todos nós!

RG INDICA #60: LEITURA DINÂMICA

Revista eletrônica da RedeTV! mostra que existe vida para programas desse gênero além dos domingos.

RG CRÍTICA #41: RETROSPECTIVA 2015

Confira o que foi destaque na TV aberta neste ano.

RG INDICA #59: ESPECIAL DE NATAL 2015

Confira a programação especial da TV aberta para celebrar a noite de Natal.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

RG CRÍTICA #26: DONA XEPA


A nova novela da Record estreou ontem e tem grandes chances de emplacar.

 "Epa! Epa! Epa! Venham na barraca da Xepa!"

   Depois de uma adaptação para o cinema e pelo menos duas para a televisão, a terceira versão de “Dona Xepa” – um texto teatral de Pedro Bloch – chegou às telas da Record ontem à noite. Com previsão inicial de ser uma novela curta com apenas 96 capítulos, a trama assinada por Gustavo Reiz estreou pontualmente às 10h15 da noite e substituiu Balacobaco à altura, com um enredo mais leve, divertido e humilde.
   Na sinopse do remake, Xepa é uma mulher que, depois de sacrificar toda a sua vida pelos filhos, se vê afastada deles pelo nível social que estes atingiram. E isso é nítido na primeira cena dos filhos da comerciante, Rosália (Thaís Fersoza) e Édisson (Arthur Aguiar). Mas a humilde personagem-título, vivida por Ângela Leal, mostra a sua perseverança apesar do desprezo deles. Afinal, Xepa é apenas uma feirante que tem o sonho de ver os filhos se tornarem doutores, como qualquer pessoa simples, e faz tudo ao longo da vida para conseguir. Essas características não soam distantes do cotidiano de muitas mães batalhadoras do nosso país, daí a fácil e rápida identificação com a protagonista e talvez o ingrediente que prenda os telespectadores em frente à telinha, pois cada um conhece, ou já deve ter conhecido, uma Dona Xepa na vida real. 

Xepa e Matilde: amigas, rivais e divertidas!

   Voltando à estreia, gostei de rever a Bia Montez, a eterna Dona Vilma de “Malhação”. Na trama ela é Matilda, uma mulher encrenqueira e explosiva. Ela érival” de Dona Xepa na feira por ambas terem barracas de frutas. Embora a disputa entre elas seja tradicional e render bastante confusão, no fundo são grandes amigas. Foi divertido ver Xepa e Matilda batendo boca já no primeiro capítulo.
   Luíza Tomé também convenceu como a perua Meg Pantaleão. No maior estilo “Mulheres Ricas [e Piradas]”, ela promete arrancar muitas risadas como uma socialite sem noção. Maurício Mattar faz a sua estreia na Record como o marido de Meg na trama. É esperar pra ver o que esse casal vai aprontar. 
   A trilha sonora da novela é bem popular, mas não tanto quanto a sua antecessora, Balacobaco. O maior destaque do primeiro capítulo foi a ótima regravação de Zélia Duncan para “Top Top” – sucesso de Cássia Eller – o tema da megera Rosália, a filha ambiciosa de Dona Xepa, que foi enxotada, logo no primeiro capítulo, como se fosse uma mulher da vida pelo seu patrão casado, interpretado pelo galã Juan Alba.


 Robertha Portela é Dafne, a Mulher Goiaba.

   O que chama atenção nesse remake é a atualização da história para o século 21. A começar por criar uma personagem que é uma mulher-fruta, tão presente no cotidiano brasileiro. A Mulher Goiaba (Dafne), interpretada por Robertha Portela, filha de Matilda, promete atrair o público masculino com seus atributos corporais. Outro sinal de adaptação para os dias de hoje acontecerá nos próximos capítulos, em que o barraco que Xepa fez com os fiscais no capítulo inicial será um hit na internet, para desespero do seu filho Édisson. 
   Para segurar o público, o primeiro capítulo foi sem intervalos e se encerrou com a abertura da trama. A música de fundo “A Xepa” é a mesma que a Rede Globo utilizou na sua versão em 1977, mas a regravação ficou a cargo da cantora Eliana de Lima. Nos créditos iniciais, as frutas e um gari, que lembra o famoso zelador Renato Sorriso, dançando ao som da canção, remetem ao clima divertido e humilde da trama.
   E humildade parece ter sido mesmo a palavra de ordem em “Dona Xepa”. Com previsão de poucos capítulos, poucos atores (31 no total) e cenários bem simples, a Record almeja ter o mesmo sucesso ou repercussão da primeira versão global. Espera-se que eles acertem novamente, já que sua primeira tentativa de remake de uma novela da Globo – “A Escrava Isaura”, de 2004 – alcançou um grande êxito de audiência. E se a humildade do primeiro capítulo já foi interessante, não será difícil continuar acompanhando a saga da Dona Xepa. #RGRecomenda

segunda-feira, 15 de abril de 2013

RG CRÍTICA #25: HORA DO CHAY


MTV estreia programa com cantor e ator, ex-rebelde, Chay Suede. Um programa bonitinho... e só.

Programa estreou hoje na MTV Brasil.

            Ele tem 20 anos e é a contratação mais recente da MTV Brasil. Chay Suede estreou hoje às 17h30, o programa “Hora do Chay”. O título da atração não poderia ser mais pertinente para os trocadilhos. Este novo VJ “convida” os telespectadores a “tomar um chá” com ele durante 30 minutos num cenário psicodélico de chroma-key (típico de MTV) e uma mesinha de chá. O conteúdo do programa consiste mostrar as pérolas da emissora musical, apresentar novas bandas e receber artistas para conversar com ele.
            No seu primeiro programa, ele aparece com um figurino educado, social pero no mucho, talvez para desvencilhar a imagem recente de “rebelde” quando atuava e cantava para a extinta novela da Record. A atração não é ao vivo, o que permite um programa redondo e com poucas falhas. No maior estilo “Video Show” da MTV, Chay tenta fazer o tipo engraçadinho e simpático. É importante lembrar que esse formato de programa não é novidade da emissora musical. Quem não se lembra do “Daniella no País da MTV”, de 2003, apresentado por Daniella Cicarelli, que também mostrava bastidores das atrações da casa? E as coincidências não param por aí. Além dos títulos remeterem de alguma forma ao filme “Alice no País das Maravilhas” (já que Chay quer ser um “Chapeleiro Maluco”), eles também possuem o mesmo diretor: o talentoso Julio Piconi.
            Depois de uma entrada como se estivesse chegando em casa (uma porta de chroma faz parte também do cenário), ele contou um pouco da história dele em relação com a MTV (zzzzz...). Logo após, ele mostrou uma entrevista de Zeca Camargo em 1993 com o vocalista do Nirvana, Kurt Cobain. Ele conseguiu a “pérola” quando entrou na “fitolândia” da emissora. Num momento didático, Chay apresentou o disco “Ando Meio Desligado ou A Divina Comédia”, dos Mutantes. Pois é... Ele também vai “ensinar” as pessoas (lê-se: as jovens fãs do garoto) a conhecerem grandes artistas nacionais e internacionais. A falta de criatividade do novo VJ chega a incomodar quando ressuscita um bordão do antigo programa infantil do SBT, “Disney Club” ou “Disney Cruj”. Sempre que chama um VT (vídeo) ele faz questão de dizer: “Dá o play, macaco!”. Acho bom ele começar a criar a sua própria linguagem, urgente.

Chay toma chazinho e mostra videozinho... Num é legalzinho?!

            As vinhetas de abertura e intervalo do programa ficaram muito legais, dando mais consistência ao clima “fantástico” da atração. No segundo bloco, Chay passa a ter a colaboração de Judite, “uma aeromoça sexy”, segundo o apresentador, que nada mais é que a locutora dos programas da MTV, Joana Ceccato, fazendo a linha voz do Google Translate. Hoje eles apresentaram três motivos para ver o clipe “Losing You”, da Solange Knowles, irmã da Beyoncé. Uma das razões de ver o vídeo, segundo Chay, é porque era “o clipe um dos mais bonitos que eu vi nos últimos tempos". Motivo consistente, não?!
            No último bloco do programa, Chay “apresenta” para a audiência a cantora Gal Costa. Para quem ouve música, Gal não é novidade pra ninguém. Temos então mais um indício de que Chay tentará “educar os jovens” mais novos com “boa música”, já que esse é o público que o segue. Gal Costa se tornou a artista da semana, e terá matérias sobre ela durante toda essa semana no programa. A escolha da artista não poderia ser mais oportuna, já quem em breve Gal estreia o “Estúdio MTV”. O VJ prometeu entrevistá-la também.
            Mas para não ser injusto, faz-se necessário destacar a segurança de Chay na sua estreia. Embora a empatia que ele quer ter com o grande público ainda soe artificial, tem que se dar chance e continuar acompanhando o trabalho do rapaz. Talvez nesse início só um público tenha gostado: as suas fãs enlouquecidas, que iriam gostar dele do mesmo jeito, independente do que ele fizesse na MTV, e que vivem emplacando no Twitter qualquer hashtag para ele.
            Entre “Daniella no País da MTV” e a “Hora do Chay”, ainda fico com a primeira opção. Mas para quem acompanha esse artista, vai ser “bonitinho” vê-lo de segunda a sexta, distribuindo “sorrisinhos”, chamando os “videozinhos” e tomando um chazinho. Taí a boa definição para essa estreia de Hora do Chay: bonitinho... e só.

Veja o programa de estreia na íntegra clicando aqui.

sábado, 9 de março de 2013

RG INDICA #43: BETTY, A FEIA

RedeTV! reprisa seu maior sucesso na dramaturgia pela segunda vez com a “primeira feia” de todas.

A feia mais famosa do mundo está de volta na RedeTV!

   “Me diiiiiizem que sou feia, meu andar é desengonçado, meu nariz é engraçado, minha voz é de trovão. Que pareço desdentada, sempre estou descabelada e por mais que eu me arrume sou mais feia que um canhão...” Esses versos engraçados da música “Se Falam de Mim (Se Dice de Mí)”, interpretada por Sarah Regina, fazem parte da abertura da versão brasileira da telenovela colombiana “Yo Soy Betty, La Fea”, aqui batizada de “Betty, a Feia”. Exibida pela primeira vez entre os anos de 2002 e 2003 na RedeTV!, foi reprisada de 2004 a 2006 na mesma emissora e agora está de volta pela terceira vez desde o último dia 4 de março (segunda), no horário das 6 da noite.
   “Yo Soy Betty, La Fea” foi escrita por Fernando Gaitán e foi exibida pelo canal colombiano RCN entre 1999 e 2001 em 169 capítulos. Na sinopse, conhecemos a história de Beatriz Pinzón Solano (Betty), interpretada por Ana Maria Orozco, que é apaixonada por seu chefe, Armando Mendoza (Jorge Enrique Abelló) em uma organização empresarial do mundo da moda, a Eco Moda. Percebendo que a situação da empresa não vai nada bem, Armando recorre à eficiente Betty, que falsifica o balanceio da empresa. Decidindo sair da empresa devido a uma série de contratempos após o crime que cometeu, Betty avisa a todos em sua casa que decidira sair da Eco Moda e tentar conseguir outro emprego. Mas Armando a procura e pede para que não deixe a empresa, pois fará de tudo para que fique perto dele e nunca se afaste por qualquer contratempo que seja.

Betty e seu grande amor, Armando.

   Betty tem 26 anos e não possui nenhum atributo físico que a torne atrativa perante os olhares dos homens. A personagem, desacreditada de seu futuro, se imagina morando a vida inteira solteira e com seus pais. Ainda por cima, introvertida e esquisita, só tem Nicolas (Mario Duarte) como amigo, que não a ajuda em nada, já que vive brincando com seu jeito muito esquisito. A personagem é caracterizada por usar óculos de lentes grossas, aparelho nos dentes e roupas estranhas e cafonas, além de ser atrapalhada para falar e boa em contas. Resumindo: Betty é uma típica nerd solteirona que vive a suspirar por um amor. Mas ela não fica feia em toda a novela. No último capítulo, ela se torna linda... Lindíssima!
   A trama foi sucesso absoluto na Colômbia e ganhou uma continuação por lá, chamada de “Ecomoda”. Também não demorou muito para a novela ser vendida para mais de 100 países, dentre eles o Brasil. “Yo Soy Betty, La Fea” foi dublada em 15 idiomas e ganhou adaptações internacionais. Uma das mais famosas foi a do México: “La Fea Más Bella” foi exibida em 2006 na Televisa e trazia Angélica Vale como Letícia Padilla Solis, a Betty Mexicana. Essa versão foi exibida aqui no Brasil pelo SBT três meses depois de sua estreia na terra dos mariachis com o título traduzido “A Feia Mais Bela. Além da mexicana, os brasileiros viram mais duas versões da novela: a série americana “Ugly Betty” que também foi exibida pelo SBT entre os anos de 2008 a 2011 (o seriado teve quatro temporadas, mas o SBT só exibiu três) e finalmente, a versão brasileira, que na verdade, é uma adaptação da versão mexicana devido ao acordo da Televisa com a Rede Record. A emissora da Barra Funda produziu “Bela, a Feia”, que foi ao ar entre 2009 e 2010 e trazia Gisele Itié como “a feia” Anabela Palhares. Todas essas adaptações tiveram boa repercussão e audiência relativas, mas a original colombiana era sempre lembrada como “a melhor de todas as feias”.


 
As Feias que passaram no Brasil: (em sentido horário) México, Brasil, Colômbia e EUA.

   “Betty, a Feia” fez um sucesso estrondoso na RedeTV! na época em que foi exibida pela primeira vez há 10 anos atrás, com picos de 8 pontos (o que, se tratando de RedeTV!, é muita coisa!). Essa segunda reprise foi definida pela emissora em janeiro deste ano após uma briga com a Band, que estava querendo os direitos de exibição da novela. Para estrear nesta última segunda (dia 04/03), a RedeTV! cancelou dois programas: a faixa de desenhos “TV Kids” e o esportivo “RedeTV! Esportes”. Nesta primeira semana, a trama ainda não decolou no ibope, pois não ultrapassou a barreira de 1 ponto com picos de 2, o que chegou a ameaçar de raspão o ibope do SBT no horário. Mas ainda é cedo para decretarmos o fiasco da novela, pois se o ibope ainda está feio, tem tudo pra ficar bonito. Afinal, assim como a Betty, a audiência também “é assim”, como diz a abertura do folhetim. #RGRecomenda!

terça-feira, 5 de março de 2013

RG RELEMBRA #04: PIORES CLIPES DO MUNDO (MTV – 1999/2002)



Relembre o programa que mostrava o pior da música e se tornou um dos melhores programas da MTV.

 Quando o lixo virou ouro na MTV Brasil.


    Foi no dia 07 de Março de 1999 que a Music Television do Brasil levava ao ar a estreia do “Piores Clipes do Mundo” sob a apresentação de Marcos (opa!), de Marina Person (sabia disso?). O programa tinha a intenção de mostrar, de forma bem-humorada, os clipes que “não tem tanta qualidade estética”. Como a própria Marina dizia: “não é a música que está em discussão, e sim o videoclipe”. A atração sempre girava em torno de um tema e os clipes que se encaixavam eram exibidos e “alfinetados” pelos apresentadores.

 Esse é um dos poucos registros de Marina Person comandando o "Piores"


   Apesar da estreia ter sido em 1999, foi no ano 2000 que o programa alcançou o seu auge ao ser comandado (agora sim!) por Marcos Mion, que tinha acabado de sair do seriado “Sandy & Junior” na Rede Globo (onde ele era o personagem “Festa”). A chegada de Mion na emissora musical, e principalmente, nos “Piores Clipes do Mundo”, fez com que o programa ganhasse um ar mais escrachado, se tornando um dos melhores programas da emissora musical até hoje.

   Nos anos de 99 e 2000, o programa tinha 30 minutos. No começo, o programa apenas exibia os trechos dos clipes, depois começaram a colocar notinhas desagradáveis durante os vídeos (em menção ao extinto “Data Clipe”, também da MTV, que passava informações sobre o clipe exibido).

   Na chamada “Fase Mion” do programa, que durou entre 2000 e 2001, alguns quadros foram colocados. Dentre eles, o “Pérola Videoclíptica”, em que Mion munido de um cavalinho de pau (Pé-de-Pano) ou de um elefante (Fante) mostrava os mínimos dos mínimos detalhes de um videoclipe: um objeto caindo, alguém que aparece do nada, alguém que cai, que faz algo escroto e por aí vai. Mion esmiuçava tudo, tudinho mesmo!!! Também tinha o “Micón”, onde ele imitava, com perfeição, um clipe na íntegra. Na tela, via-se o clipe original de um lado e a imitação dele do outro, sempre com um quê de Mion, que fazia toda a diferença. Um outro quadro do programa era o “TSBSAVPTDC”, ou seja, o “Tradução Simultânea Buscando Sempre a Verdade Por Trás do Clipes”, onde Mion “traduzia” os clipes em inglês à sua maneira, bem como ele fazia o inverso, mostrando como seria um clipe brasileiro em inglês. A audiência também participava do programa quando participava do quadro “Clipes Caseiros”, onde os telespectadores mandavam seus clipes para a avaliação do Mion.

 Esse é um "Micon" que eles fizeram do "Jackson 5". Saca só!


   A “Fase Mion” teve suas peculiaridades. Como não lembrar de Cidão? O famoso assistente de Marcos Mion, que sempre participava das peripécias do apresentador no programa? E o melhor: como esquecer do clipe “Japa Girl”, do Supla? Que volta e meia, Mion dava um jeito de encaixar no programa, seja lá qual era o tema da semana. rs! #épico

   Em 2001, o programa passou a ter 1 hora de duração e foi o último ano com Marcos Mion, que deixava a MTV para ir para a Rede Bandeirantes comandar o (fiasco) “Descontrole”. Em 2002, João Gordo fora escalado para comandar o “Piores”, tendo a companhia do Ferrugem e trazendo uma linguagem mais “hardcore”. Na época, o programa trouxe algumas novidades como o “Clipe Clichê”, que comparava a cena dos clipes ruins com outros semelhantes, o “Clipe Tortura” que antes e depois do intervalo mostrava uma determinada cena do clipe repetidamente, a “Maldição da Mão Amarela” que destruía o clipe ruim de diversas formas e o “Ombudsman”, onde o próprio artista via seus momentos na MTV com o Gordo no estúdio. Dizem que com João Gordo no comando, o programa havia se tornado uma extensão do “Gordo a Go-Go” (o programa de entrevistas que ele já comandava na emissora musical), o que fez com que o “Piores Clipes do Mundo” fosse extinto naquele mesmo ano.

 Olhaí o Gordo no comando do "Piores" com a participação de Deborah Blando.


   Com a volta de Marcos Mion para a MTV no ano de 2004, ele comandou outros projetos na emissora, mas o espírito dos “Piores Clipes” voltaria com força (embora ele tenha levado suas experiências no “Piores” para a Band na época) com a estreia do “Descarga MTV” em 2008, onde ele voltava a esculachar os clipes. Dessa vez, com a companhia do Mionzinho, o sósia “mudo” do Mion que está com ele até hoje. O “Descarga” ficou no ar até 2009, quando Marcos Mion deixou a emissora musical novamente para comandar o “Legendários” na Rede Record, onde hoje se vê no quadro “Vale a Pena Ver Direito” (que por sinal, é o de maior sucesso do programa) mais uma vez, o estilo do “Piores Clipes do Mundo”.

    O “Piores Clipes” marcou um dos tempos áureos da MTV. Com eles, o mercado musical (e videoclíptico, principalmente) nunca mais foi o mesmo. As análises de Mion eram muito perspicazes (e ainda são, na Record), mas era muito engraçado reparar naqueles mínimíssimos detalhes que davam todas as condições para considerar aquele videoclipe um verdadeiro lixo! “Piores Clipes do Mundo”, definitivamente, marcou época e faz falta hoje em dia na MTV Brasil. #SalvePapito!

   
   Fiquem agora com o CLÁSSICO do Piores Clipes do Mundo: “Green Hair (Japa Girl)” do Supla! (todos faz a coreografia style do refrão... rs!) =P