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Fernanda Lima e companhia estrearam nova temporada em novo dia e horário na Globo. O resultado foi bom para todos nós!

RG INDICA #60: LEITURA DINÂMICA

Revista eletrônica da RedeTV! mostra que existe vida para programas desse gênero além dos domingos.

RG CRÍTICA #41: RETROSPECTIVA 2015

Confira o que foi destaque na TV aberta neste ano.

RG INDICA #59: ESPECIAL DE NATAL 2015

Confira a programação especial da TV aberta para celebrar a noite de Natal.

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quinta-feira, 12 de julho de 2012

RG CRÍTICA #17: O QUE HÁ DE ERRADO COM O “SATURDAY NIGHT LIVE”?


Desde que o programa estreou, há um pouco mais de um mês na RedeTV!, a atração patina na audiência.

Será que Rafinha Bastos é o culpado?

   Foram seis programas até agora. Nas médias de ibope (de São Paulo, o principal), o programa teve 0.8 na estreia e já teve até agora, picos de 2 pontos. O “Saturday Night Live” (SNL) tem todos os requisitos de um programa de sucesso: um formato de programa consolidado no mundo inteiro, um apresentador de peso como Rafinha Bastos, um bom elenco de humoristas, uma diretora que já trabalhou em programas da Rede Globo (Tininha Araújo), já teve como convidadas especiais nomes como Fernanda Young, Marília Gabriela e Sonia Abrão, além de ter todas as cotas comerciais garantidas até o fim do ano. Diante de tudo isso, o que há de errado com o SNL da RedeTV! ?
   Pra começar, o nome; algo que já foi justificado pelo próprio Rafinha Bastos nos primeiros minutos de sua estreia. Se antes ele reclamava que de errado tinha apenas o 'Saturday' no nome, agora o mesmo título já caiu todo por terra: É que as últimas edições do programa tem sido gravadas integralmente no domingo pela manhã, levando ao ar um programa 100% gravado nas noites de domingo. Mas para aliviar o erro do nome, há algumas semanas a RedeTV! passou a exibir reprises do programa nas noites de sábado, à meia-noite e meia, ou seja um “Saturday Night sem Live”.
   Segundo, o roteiro. Como todos nós sabemos, NENHUM programa de TV humorístico nos mantém sorrindo durante TODA a sua exibição (alguém discorda disso?). Mas o que não pode é deixar a gente se enfadar durante uma hora ou dar sorrisinhos amarelos influenciados por risos artificiais, que agora está sendo uma constante no SNL. Levando em consideração o programa do último domingo, os momentos mais engraçados foram apenas: o monólogo de abertura, que apesar de ter a Sônia Abrão como convidada, que não é comediante e não tem timing pra comédia, foi salva pelo excelente texto. O “Weekend Update”, que foi traduzido recentemente no programa para “Notícias da Semana”, que mesmo com algumas piadas (muito) forçadas, garante boas risadas. Renata Gaspar (talentosíssima e uma grande revelação nesse programa) e Marcela Leal se saíram muito bem nas esquetes da Fátima Bernardes e Glória Kalil, respectivamente. E o “A Morte é Sua”, com Sônia Abrão foi a representação de muitas pessoas que sonhavam ver a apresentadora comandando esse tipo específico de programa: uma tirada de mestre. Os outros momentos de domingo passado são irrelevantes, ou seja, risinhos amarelos...

Sônia Abrão comandando o "A Morte é Sua" no SNL: piada bem feita!

   Não pude deixar de perceber algumas semelhanças com a MTV Brasil no SNL. Mas não posso dizer que o “Saturday” copia o “Furo MTV” (no “Notícias da Semana”), o extinto “Comédia MTV” (com as paródias) e o atual “Comédia Ao Vivo”. Pelo contrário, “Saturday Night Live” existe desde 1975, e isso é um mérito que destrói qualquer suspeita de imitação. Mas posso dizer que, ultimamente, a emissora musical faz as paródias musicais e as tiradas de notícias com mais qualidade que Rafinha Bastos e cia.
   Por fim, não poderia deixar de falar dele, o próprio, Rafinha Bastos. Talvez seja essa a razão da baixa audiência do programa, o que eu, particularmente, discordo. As pessoas ainda estariam “influenciadas” com a baixa que ele sofreu na Band ano passado, em virtude de uma piada mal interpretada pela maioria (não lembra? Clique aqui). Talvez essa seja a forma que a massa tenha encontrado de “punir” o humorista, e daí os índices pífios. Mas faço questão de colocar que o “Pânico na TV” (hoje “Pânico na Band”) quando começou na emissora de Alphaville, também atingia 2 ou 3 pontos no ibope, e hoje, depois de quase nove anos de existência, alcança a vice e até a liderança na audiência por alguns minutos dos nossos domingos à noite. É preciso que as pessoas deixem os “falsos moralismos” de lado e deem chance para a trupe de Rafinha Bastos no SNL, pois se tem algo que aquele elenco tem é o tal do talento. E Rafinha Bastos, do jeito que é, tem um humor ácido ímpar, que não deve ser desprezado.
   Por fim, o que há realmente de errado com o SNL Brasil é simples: a inexperiência. Creio que ainda vai levar mais um tempo para o elenco se entrosar, o programa afinar e a audiência engrenar. E se a equipe já está afinada, resta transparecer isso frente às câmeras com mais bons trabalhos. Como todos os novos desafios, erra-se bastante no começo para depois alcançar a excelência. O SNL está tentando chegar lá e eles possuem grandes chances de reagir. Como a própria RedeTV! está fazendo, vamos dar mais um tempo e crédito para eles se adaptarem e agrade mais aos telespectadores em qualidade e, em termos de audiência, a emissora que aposta (muito) neles.

domingo, 17 de junho de 2012

RG INDICA #30: SATURDAY NIGHT LIVE E GABRIELA


O sexagésimo post do #RGnaTV indica um programa que está no ar e uma grande estreia na área de tele-dramaturgia.

TUDO PRA DAR CERTO

Rafinha Bastos comanda um time de humoristas no SNL.

   Foi no dia 27 de maio, num domingo, que Rafinha Bastos estreou na RedeTV! a versão brasileira do “Saturday Night Live”. Ao pé da letra, SNL significa “Noite de Sábado Ao Vivo”, fato que foi comentado por Rafinha nos primeiros minutos da estreia no seu stand-up de abertura: “O programa não é saturday, mas é live. De duas, acertamos uma. O que não é pouco na RedeTV!”
   E assim, alternando esquetes ao vivo e gravadas, o humor ácido de Bastos entretêm você por uma hora e meia. Mas ele não está sozinho: Anderson Bizzocchi (d'Os Barbixas), Carol Zocolli (segundo lugar no concurso 8º elemento do CQC), Claudio Carneiro, Carla Candiotto, Marcela Leal, Marco Gonçalves (ex-É Tudo Improviso, da Band), Rudy, Fernando Muylaert e Renata Gaspar engrossam o time de humoristas experientes na área de stand-up, improviso e televisão.
   Hoje à noite, às 20h30, vai ao ar o quarto programa, que ainda patina na casa do 1 ponto de audiência. Mas para quem procura um humor diferente, jocoso até, vale a pena parar para assistir o programa. Com destaque para o quadro “Weekend Update”, onde Rafinha comenta as principais notícias da semana de um jeito bem diferente, diria até a la “Furo MTV”.
   O programa também recebe convidados para suas esquetes e momentos musicais. Hoje, a banda Fresno será a convidada dessa noite.
   Aproveite o fim do seu Sunday com o “Saturday Night Live” [Brasil].

SENSUALIDADE COM DENDÊ ÀS 11 DA NOITE

"Gabriela" vai esquentar o horário das 23h.

   Baseado na obra “Gabriela Cravo e Canela”, de Jorge Amado, e adaptada por Walcyr Carrasco, a Rede Globo estreia amanhã (não haverá “Tela Quente”, excepcionalmente), logo após “Avenida Brasil” o remake da novela “Gabriela”. Para quem não sabe (ou não se lembra) a trama já teve sua primeira adaptação nas telinhas globais na década de 70, mais precisamente em 1975, que foi escrita por Wálter George Durst.
   E para ser a personagem-título do século 21, substituindo a eterna Sônia Braga, entra em cena a atriz Juliana Paes. Na sinopse, castigada pela forte seca que assola o nordeste brasileiro, Gabriela resolve ir ao encontro da sobrevivência. O destino dela é Ilhéus, na Bahia, que é a cidade mais próspera de toda a região. Ao lado de seu tio Silva (Everaldo Pontes), a retirante parte em busca do sonho de ter uma vida melhor, quem sabe estabelecendo-se como cozinheira ou doméstica. Seu tio morre no meio do caminho e ela chega na cidade acompanhada dos jagunços Clemente (Daniel Ribeiro), a quem Gabriela se entrega pela primeira vez, e Negro Fagundes (Jhe Oliveira). E no mercado de escravos, Nacib (Humberto Martins), um sírio boa-praça, caminha à procura de uma exímia cozinheira para o seu bar, Vesúvio, que não resistirá ao charme dessa morena.
   Outros homens ainda vão cruzar o caminho de Gabriela. Um deles é Mundinho Falcão (Mateus Solano), um progressista que chega do Rio de Janeiro para abalar a estrutura política da cidade, comandada pelo punho de ferro de coronel Ramiro Bastos (Antônio Fagundes).
   O elenco ainda tem nomes José Wilker, Maitê Proença, Vanessa Giácomo, Marcelo Serrado, Fabiana Karla, Ary Fontoura, Erik Marmo, Mário Mendonça, Emanuelle Araújo, Laura Cardoso, Marco Pigossi, Leona Cavalli, Suzana Pires, Bete Mendes, além da participação mais que especial da cantora Ivete Sangalo interpretando Maria Machadão, a cafetina dona do Bataclã.
   “Gabriela” irá ao ar no ano em que se comemora o centenário do escritor Jorge Amado e planeja-se que a novela terá 73 capítulos, exibidos de terça a sexta. Amanhã, será um “capítulo especial” de estreia. A direção é de Mauro Mendonça Filho com direção de núcleo de Roberto Talma. A música de abertura “Modinha para Gabriela”, interpretada por Gal Costa, continuará firme e forte na trama.

Veja a chamada de elenco: